Azul profundo [recurso eletrônico] : ecologia de modos de experiência cinematográficos como aprendizagens mais do que humanas = Azul profundo: ecología de modos de experiencia cinematográficos como aprendizajes más que humanos
Sebastian Alexi Wiedemann Caballero
TESE
Português
T/UNICAMP W635a
[Azul profundo]
Campinas, SP : [s.n.], 2021.
1 recurso online (237 p.) : il., digital, arquivo PDF.
Orientador: Antonio Carlos Rodrigues de Amorim
Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação
Resumo: Este projeto de pesquisa-criação, como uma tese de menos, propõe-se a experimentar o campo da educação como uma ocasião indisciplinar, problematizante e intervalar para o pensamento, capaz de acolher uma ecologia de praticas emergente que ganha consistência a partir de proposições sensíveis...
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Resumo: Este projeto de pesquisa-criação, como uma tese de menos, propõe-se a experimentar o campo da educação como uma ocasião indisciplinar, problematizante e intervalar para o pensamento, capaz de acolher uma ecologia de praticas emergente que ganha consistência a partir de proposições sensíveis advindas de praticas artísticas, filosóficas e pedagógicas das quais se desprendem aprendizagens mais do que humanas como emanações da diferença. Por sua vez este projeto se insere no contexto de estarmos vivendo em um mundo devastado e em ruinas, onde a extinção não para de se fazer presente seja como aniquilamento ou exclusão de modos de existência já atualizados ou de modos de existência ainda em vias de nascença e instauração e que subitamente são abortados ou negados sob a forma de uma atrofia e despotencialização dos processos de criação. Este campo problemático entre educação e humanidades ambientais que não ignora o colapso ecológico em curso, impõe assumir a perspectiva de um vitalismo como pragmatismo experimental e especulativo, onde nos debruçamos com a pergunta por como defender a emergência e eclosão do vivente (dos modos de existência). Um desafio criativo que pede para nos embarcarmos numa aventura do pensamento que deve inventar e cuidar das suas próprias condições de possibilidade; as mais prósperas, para defender a sua própria existência que sob o risco de naufragar não pode se dar o luxo de ser indiferente às praticas com as quais tem intimidade e pode se afirmar. Neste caso, praticas cinematográficas que não param de se desdobrar entre conceitualidades e gestos pedagógicos de cuidado e cura. A aventura do pensamento que por sua vez é um cenário e fabulação especulativa responde ao nome de Azul profundo; toda uma ecologia que insiste em se perguntar por como fazer nascer, por como afirmar o ponto de vista da criação pelos mais diversos meios, fazendo devir todo mundo um outro meio. Neste sentido não bastaria com afirmar uma ecologia de praticas que se dissesse só pessoal, sem procurar uma reativação da potência criadoura em outros corpos, como disposição comum e de canalização da perseverança da própria vida. Assim, todo processo de criação é profundamente singular, mas também profundamente coletivo; é sempre um exercício pedagógico de profusão de aprendizagens mais do que humanas, aconteçam estas em corpos humanos ou não, mas que sempre se dizem superfícies como materialidades deslizantes e expressivas para a vida. Desta maneira quanto mais mergulhamos no Azul profundo, percebemos que esta ecologia de modos de experiência cinematográficos como aprendizagens mais do que humanas é uma abertura para conjugarmos diferentemente o humano, fazendo dele humusidades e/ou entre-humanidades, ao mesmo tempo em que acontecem aprendizagens das próprias imagens e que fazem delas aquilo que sempre esta por vir
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Abstract: This research-creation Project, as one thesis less, aims to experiment the field of education as an indisciplinary, problematizing, and interval occasion for thought, capable of welcoming an emerging ecology of practices that gains consistency from sensitive propositions arising from...
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Abstract: This research-creation Project, as one thesis less, aims to experiment the field of education as an indisciplinary, problematizing, and interval occasion for thought, capable of welcoming an emerging ecology of practices that gains consistency from sensitive propositions arising from artistic, philosophical, and pedagogical practices from which more than human learning unfolds as emanations of difference. In turn, this project is situated in the context of living in a world in ruins and devastation, where extinction does not stop being present, whether as annihilation or exclusion of modes of existence already actualized or modes of existence still in the process of being born and instituted and that are suddenly aborted or denied in the form of atrophy and depotentialization of the processes of creation. This problematic field between education and environmental humanities, which does not ignore the ongoing ecological collapse, imposes to assume the perspective of a vitalism as an experimental and speculative pragmatism, where we face the question of how to defend the emergence and hatching of the living (of modes of existence). A creative challenge that asks us to embark on an adventure of thought that must invent and take care of its own conditions of possibility; the most prosperous ones, to defend its own existence that under the risk of sinking cannot afford to be indifferent to the practices with which it has intimacy and can affirm itself. In this case, cinematic practices, that do not stop unfolding between conceptualities and pedagogical gestures of care and cure. The adventure of thought that in turn is a scenario and speculative fabulation answers to the name of Deep Blue; a whole ecology that insists on asking itself how to give birth to, how to affirm the point of view of creation through the most diverse means, making everyone become another means. In this sense, it would not be enough to affirm an ecology of practices that could be said to be only personal, without seeking a reactivation of the creative power in other bodies, as a common disposition and channeling of the perseverance of life itself. Thus, every creative process is deeply singular, but also deeply collective; it is always a pedagogical exercise of profusion of more than human learning, whether it happens in human bodies or not, but which are always called surfaces as sliding and expressive materialities for life. In this way, the more we dive into the Deep Blue, we realize that this ecology of cinematic modes of experience as more than human learning is an opening for us to conjugate the human differently, making it humusities and/or in-between-humanities, at the same time in which learning takes place of the images themselves and that makes them what is always to come
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Requisitos do sistema: Software para leitura de arquivo em PDF
Amorim, Antonio Carlos Rodrigues de, 1968-
Orientador
Wunder, Alik, 1974-
Avaliador
Orlandi, Luiz Benedicto Lacerda, 1936-
Avaliador
Fausto, Juliana
Avaliador
Cangi, Adrian Esteban
Avaliador
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Sebastian Alexi Wiedemann Caballero
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